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Comentários de Cristovam Nunes

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Às 22:23 em 28 fevereiro 2010, luzete disse...
este é problema, cristovan,
vc aprendeu a lição direitinho, mas esqueceu da outra parte: de olhar o mundo a sua volta, a volta deste ser genérico que denominamos indivíduo e de fazer umas perguntinhas básicas:

que individuo?
em qual sociedade?
qual propriedade?
qual liberdade.

fôssemos radicalizar, a terra que hoje ocupamos teria que ser devolvida aos nativos, não é mesmo?

somos instrusos! este é problema: de intromissão em intromissão, alguns mais do que outros, forjaram uma espécie de indivíduo que de individualidade, não tem mais nada. ele é uma cópia enjambrada de uma sociedade cujos homens são livres para espoliar o outro! todos iguais na ganância! na hipocrisia. na arrogância.

os que mais reclamam do Estado são os que mais nele e dele se locupletam e são,justamente, os que mais reclamam quando este mesmo Estado concede qualquer direitozinho mais básico, como o direito à comida. como é que se diz? farinha pouca, meu pirão primeiro! e o pirão dos arautos do "individualismo", da liberdade, da propriedade, se acham os donos de tudo. pura esperteza que muitos acham que é capacidade competitiva. darwinisticamente falando, é mesmo!

individualismo uma ova!
Às 20:57 em 25 fevereiro 2010, luzete disse...
Cristovan,
vc viu como seu individualismo não se sustenta?
você ama no roberto a dimensão solidária, né?

coloquei mais um lá. lindo, também.
Às 17:17 em 20 fevereiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Prezado Cristovan:

Autoritarismo e coletivismo não são necessariamente sinônimos.

Governos que defendem o liberalismo econômico também formaram suas ditaduras. A América Latina foi um belo exemplo.

Aqui no Brasil, o governo militar não era "marxista", ao contrário, comia na mão da CIA e na doutrina econômica do liberalismo, no entanto a máquina de Estado era forte e repressora, violando sistematicamente os direitos individuais dos cidadãos que lhe faziam oposição.

Um abraço, Charles
Às 14:27 em 5 fevereiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Mas se o o Silva, amigo do representante do Rei, ganha para si a maior dos frutos (sesmarias), excluindo aqueles que tinham a sua pose, transformando-se em proprietário protegido pela lei, como deve reagir o "expropriado"?

Aqui no sul (e talvez em todo Brasil) a propriedade das terras rurais surgiu assim, como a estória do Silva. Algumas poucas pessoas se fizeram "proprietárias" dessas terras não pelo resultado do seu esforço, mas como benefício por favores feitos ao "soberano"...
Às 16:40 em 4 fevereiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Prezado Cristovan:

Há uma confusão muito grande entre carga tributária e carga fiscal.

Esses 37% que tu falas é carga fiscal, que inclui, por exemplo, contribuições previdenciárias.

Tem pais que não tem previdência social pública (nem sistema de saúde público gratuito) ou ela é mero resíduo. Exemplo: EUA.

Ora, não havendo recolhimento da contribuição social em questão em favor do fundo público, a carga fiscal cai consideravelmente!

Um abraço, Charles
Às 16:35 em 4 fevereiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Não sou jusnaturalista.

Para mim, os direitos dos homens não são anteriores aos próprios homens, mas sua criação cultural e histórica. O homem é que cria as regras jurídicas, muito embora nem sempre o admita (ou tenha consciência disso).

Assim, o direito à propriedade é uma criação humana, não divida ou um fato "natural".

Claro que quem não aceita regulamentar esse direito, dirá que ele natural, não passível de discussão. É uma tática...

Basta olhar a questão da evolução do direito à propriedade. Houve tempos em que um ser humano era proprietário de outro, tudo muito "natural". A propriedade da terra, por exemplo, era absoluta, sendo que hoje, na maioria das constituições que regem estados democráticos de direito, a função social da terra impõe limites à propriedade.

Um abraço, Charles
Às 15:59 em 1 fevereiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Prezado Cristovan:

Mas todos devem ter direito à propriedade...

Um abraço, Charles
Às 11:09 em 17 janeiro 2010, rosane do carmo zanette disse...
Obg. Mas ja fiz isso e não consegui postar meu vidio, mas tudo bem vou continuar tentando.Obg pela sua boa intenção....Abraços
Às 19:14 em 16 janeiro 2010, rosane do carmo zanette disse...
Oi tudo bem? como vc posta estes comentarios, estou te perguntando porque sou nova na comunidade e não sei, onde se posta comentarios e vidios, e abriu sua pag e vi que vc posta comentarios e eu queria postar um vidio, desculpe. obg
Às 20:21 em 6 janeiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Cristovan:

Não sou promotor de justiça.

Umabnraço, Charles
Às 1:08 em 5 janeiro 2010, Dulce Leão disse...
Cristovam meu amigo,

Obrigada pela participação no meu blog. Você o enriqueceu: " será que os garis sabem do seu valor"... Bem, no Rio de Janeiro, para ser GARÍ é preciso FAZER CONCURSO PÚBLICO, e mostram-se ciosos de sua UTILIDADE PARA A SOCIEDADE.

um abraço

Dulce.
Às 17:41 em 4 janeiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Cristovan:

Panetone é uma delícia, deveria comer. Não enriquece, mas é saboroso!

Um abraço, Charles
Às 19:00 em 1 janeiro 2010, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Prezado Cristovan:

O Codigo Penal trata de cundutas que são consideradas criminosas.

Uma norma deontológica abriga normas etíco-profissionais. A sanção é administrativa, não penal (nem cível).

A minha profissão é regulamentada por lei e a OAB funciona como órgão disciplinar. Inúmeras profissões no Brasil são regulamentadas e se submetem a regras de condutas típicas. Os servidores públicos da União, dos Estados e dos municípios seguem normas de condutas que preveem sanções administrativas.

O julgamento pelo enventual descumprimento de norma de conduta ético-profissional é feito pelo conselho profissional respectivo (pessoa jurídica não vinculado a nenhum poder de Estado, embota tenha status de autarquia), formado por pessoas que exerçam a profissão.

Se a OAB, por exemplo, comete abuso no julgamento de um processo disciplinar, o interessado tem o direito de levar a questão ao Judiciário, garantia constitucional.

Sei perfeitamente que tu tens consciência disso,pois exerce a profissão de engenheiro cível, que tem regulamentção ético-profissional.

Um abraço, Charles
Às 18:37 em 30 dezembro 2009, Cristovam Nunes disse...
Lúcio,

Você as vezes que me dispus a ler seus posts, sempre os achei interessantes. Sua prática, quase surrealista, desdobra a hodiernidade com muita desenvoltura e clareza. Mas o final do ano está chegando, vamos então deixar pra falar das perspicácias no próximo. Neste falemos da alegria de tê-lo conhecido e na falta do pessoal, invoquemos a ausência e nela desejemos que seu final e próximo ano se eleve a maior potência de prosperidade, saúde e felicidade pra você e to sua família.

Abraço....Excluir comentário
Às 0:17 em 22 dezembro 2009, BLOG DAS IGUARIAS - disse...
Querido amigo:
Seu Natal, será com certeza de paz, felicidades e união em família.
Agora, para 2010, peçamos à Deus muita saúde, para estarmos prontos pelo que vem para o povo Brasileiro. Saúde e paz , à vc e todos os seus.

Às 13:56 em 16 dezembro 2009, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Parceiro de debates:

Desde agora, FELIZ NATAL!
Às 12:49 em 7 dezembro 2009, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
Grato pelo seu comentário. Como sempre, participativo.

Um abraço, Charles
Às 19:19 em 12 novembro 2009, Charles Leonel Bakalarczyk disse...
(http://blogln.ning.com/profiles/blogs/o-tupambae-e-o-sus)
Prezado Cristovam:

Como sempre, você está atendo e participando das postagens.

Obviamente que nós dois partimos de pontos de vistas diferentes no que se refere à forma como deve se dar a produção e a distribuição das riquezas socialmente produzidas e sobre as atribuições do Estado e do Mercado.

Obviamente que não tenho pretensão convencê-lo sobre o acerto da minha posição. Inclusive admito que posso estar equivocado.

No entanto, pergunto o seguinte: se o Estado não controlar o fome desmedida daquele "sujeito grandão" - e assim é o liberalismo, faça e deixe fazer -, o pequeno não ficará sem comida?

Note-se que os primeiros liberais já viam a necessidade do Estado para garantir a segurança pública (o nascimento da sociedade civil pelo contrato social, em oposição a sociedade natural), a fim de que o "sujeito grandão" não se tornasse o pequeno da vez - o homem lobo do homem...

Um abraço, Charles
Às 22:19 em 3 novembro 2009, BLOG DAS IGUARIAS - disse...
OLÁ AMIGO:
POR FAVOR , ADD A PÁG IGUARIAS DA TERRA BRASIL, POIS VOU TE HOMENAGEAR NO PROXIMO POST. bJS
Às 14:03 em 20 outubro 2009, BLOG DAS IGUARIAS - disse...
Adorei o "universo"no qual vc me inclue. Bjs

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