Há duas semanas assistimos a crise no CEFET-MG. Agora, vemos a tentativa de inviabilizar os colégios de aplicação da UFRJ e UFV.
O estranho que estas intituições se destacam pelo o ensino de excêlencia. Concomitante ao ensino técnico os alunos do CEFET-MG, fazem um ensino médio de qualidade, o que pode ser comprovado pelas notas do ENEM. Os alunos podem entrar no mercado de trabalho, ou se desejarem possuem competências de pleitar uma vaga nas universdidades públicas (vestibular). O colégio de aplicação da UFV (COLUNI) foi a escola pública mais bem classificada de todo o país entre as instituições que participaram do ENEM/2010. No entanto, as estas instituições estão sendo punidas por serem competentes.
O MEC deseja enquadrar todas as suas instituições que ofereçam ensino médio e ensino técnico como IFES, engessando todo o sistema educacional.
O que há de errado que o CEFET- MG e o CEFET-RJ almejem em se transformar em Universidades Tecnológicas? Que bom, que seus professores querem crescer, desenvolver pesquisas, aumentar os curso técnicos e de engenharia do país... É sonhando e acreditando que fazemos um país crescer.
Há, por acaso excesso de engenheiros e de técnico no país? Não precisamos de mais pesquisadores?
E os colégios de aplicação? Oferecem curso médio público e gratuito de excelência, isto é errado? Há no país quantas escolas que oferecem ensino médio de excelência? Muitas? Acho que não.
Qual é a política do MEC? Punir o que dá certo? Punir o que almeja crescer? Punir as instituições públicas que se destacam no ENEM? Valorizar as instituições de formam apertadores de parafuso? Reviver a época de Paulo Renato?
O que há de errado no MEC?..
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