Eh, como uma só pessoa de
uma raça a quem tanto devemos
e admiramos, e mais, que tentamos
resgatar - pela iniciativa do Presidente
LULA - põe hoje tudo a perder e mesmo
comprometer a raça negra, com seu
jeito grosseiro, antissocial, arrogante,
diante de seus colegas da Suprema Corte.
Depois de tudo o que LULA fez para
resgatar a injustiçada, perseguida
e admirável raça negra, vem um
energúmeno como este JOAQUIM
e põe quase tudo a perder,
a ponto de fazer renascer aquela
frase preconceituosa, com a qual
absolutamente não concordamos,
e até me recuso de citá-la aqui.
"N... quando não s... na entrada,
s... na saída!"
Marco Aurélio sobre Joaquim Barbosa:
“Como ele vai se relacionar com outros poderes?”
Joaquim Barbosa, o verdadeiro cavaleiro das trevas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello questiona capacidade de Joaquim Barbosa de presidir o STF. O relator da Ação Penal 470 assume o posto máximo da corte em novembro, com a aposentaria de Carlos Ayres Brito. O questionamento é feito um dia após Barbosa provocar um intenso bate-boca com o revisor do processo, Ricardo Lewandowski.
Via Brasil 247
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, questionou nesta quinta-feira as condições do relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, para presidir a corte. “Como é que ele (Barbosa) vai coordenar o tribunal? Como vai se relacionar com os demais órgãos e demais poderes? Mas vamos esperar. Nada como um dia após o outro”, disse o ministro, segundo o portal G1. Os questionamentos foram feitos um dia após Barbosa ter iniciado um tenso embate com o relator do processo, Ricardo Lewandowski.
Atual vice-presidente do Supremo, Barbosa deve assumir o cargo máximo no tribunal em novembro deste ano, quando o atual presidente, ministro Carlos Ayres Britto, se aposenta compulsoriamente por completar 70 anos. No intervalo da sessão desta quinta-feira, Mello voltou à discussão de ontem, se dizendo “muito preocupado”. “O presidente é um coordenador. Ele é um algodão entre cristais. Não pode ser metal entre cristais”, declarou.
No embate (leia mais), o relator foi contra o que Lewandowski defendeu em seu voto. Ele também insinuou que o revisor faz vista grossa em relação ao julgamento e que atua sem transparência. “Nós, como ministros, não podemos fazer vistas grossas”, atacou Barbosa, em referência a absolvição por parte de Lewandowski do réu José Borba (PMDB) quanto ao crime de formação de quadrilha. O relator sugeriu que o revisor distribua seu voto no início das sessões e disse fazer isso “em nome da transparência”. Marco Aurélio Mello interveio, dizendo que todos ali atuavam com transparência e pediu a Barbosa cuidado com as palavras. “Policie sua linguagem”, disse.
Barbosa também se mostrou contrariado sobre o fato de o voto do revisor ir “de encontro” com o dele. Sobe isso, Lewandowski questionou: “Vossa excelência quer que eu concorde em todos os pontos? Para quê revisor?”. No início da sessão de quinta-feira, dia 27, Barbosa pediu a palavra ao presidente do tribunal para, novamente, rebater o voto do revisor. Ele defende que o réu, ao receber dinheiro ilícito, já pratica a lavagem de dinheiro, pois irá gastar o que recebeu. Na visão de Lewandowski, o fato está incluído no crime de corrupção passiva.
Comentário de Marco Antônio Nogueira em 29 setembro 2012 às 18:53 PRESIDÊNCIA DO STF
PARA QUEM ESTÁ NA FILA
Já é passada a hora de acabar
com essa "tradição" de assumir
a presidência aquele
que está na fila por antiguidade
no STF. Aqui em Minas, dez anos
atrás, quando esteve pra assumir
a presidência do TJ um Desembargador
sabidamente nada digno, acabaram com
o tal rodízio e criaram o sistema de eleição.
Chegou a hora de se implantar no
STF algo semelhante. Ou teremos
uma nova versão de GILMAR
JOAQUIM MENDES BARBOSA,
com seus desatinos na Presidência
da Suprema Corte?
Ou não?!
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