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“Incompatibilidade ideológica” entre o PP e o PT " - comprova compra de voto - sustenta relator.

'Mensalão': condenação política e sem provas pode abrir precedente perigoso

Por: Maurício Thuswohl, da Rede Brasil Atual

DESCATO O SEGUINTE TRECHO:

(...)A subjetividade que marca o voto de Barbosa ficou evidente quando o ministro, ao analisar o repasse de R$ 4,1 milhões ao PP, afirmou, mesmo sem a existência de nenhuma prova concreta nos autos do processo, que este aconteceu com o intuito de “comprar” os parlamentares do partido para que votassem a favor das reformas tributária e previdenciária propostas pelo governo Lula: “Não há qualquer dúvida quanto à existência do esquema de compra de votos a esta altura do julgamento”, disse.

Segundo Barbosa, a “compra” se caracteriza porque existe coincidência de datas entre as votações das duas reformas e o repasse feito ao PP: “Essas reformas receberam o fundamental apoio dos parlamentares comprados pelo PT e das bancadas por eles dirigidas, exatamente no mesmo momento em que foram realizados os maiores repasses de dinheiro aos acusados”, disse, sem mencionar o fato de que mesmo o número total de parlamentares do PP era insuficiente para garantir a aprovação das reformas.

Sobre o assunto, o senador Roberto Requião postou hoje (18) em sua conta no Twitter o seguinte comentário. "Que vantagem poderia ter o PT como partido e alguns petistas como pessoas, comprando apoio para a reforma tributária e da previdência?". O relator Barbosa não responde nem a essa nem a outras questões, como, por exemplo, o fato de as duas reformas terem sido aprovadas por ampla maioria no Congresso Nacional, inclusive com os votos do PSDB e do então PFL (atual DEM), opositores sistemáticos do governo petista. Como suposta evidência da relação criminosa entre os dois partidos, o voto do relator se apoiou ainda em outra constatação - a “incompatibilidade ideológica” entre o PP e o PT - que não pode ser comprovada de forma objetiva. (...).

http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/2012/09/joaquim-ba...

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Comentário de José Roque da Silva Neto em 19 setembro 2012 às 21:35

Sobre o JB há um dizer popular aqui no Nordeste  quando alguém fica metido demais dizemos: Cuidado, pra cachorro novo estás entrando demais no mato, viu? O ditado é em relação aos cahorros caçadores de tatus, pebas entre outros que o dono vai treinando e só os leva de vez em quando para caçar. Além do mais, o JB é muito espalhafatoso e tá perdendo a oportunidade de ficar calado. Será mais um Gilmar Dantas??

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