Aviso aos bárbaros
Você estabanado,
truculento, bárbaro
desatento
a qualquer sofrimento.
Cuidado!
Há muitos vultos,
luzes e sons,
que você não vê,
nem ouvirá.
Há poetas.
Que contemplam.
que não se venderam,
nem por bananas,
nem por dinheiro.
Que permanecem
atentos
vigiam e contemplam
a vida pulsante.
Até seu último instante.
Observam e sentem a vida.
Conhecem, em teoria e prática,
O sofrimento.
Cuidado!
Estão armados os poetas:
De sentimentos, papel e caneta.
Cuidado truculentos!
A tua barbárie
Não passará impune.
© 2013 Criado por Luis Nassif.
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