
Durante os seus 15 primeiros meses o governo Dilma foi massacrado midiaticamente e envolvido em uma sequência de "crises" em seu ministério, com a saída de alguns de seus titulares sob suspeita e fuzilados, impiedosamente, pela imprensa.
O governo não parou, continuou com maioria no parlamento e colhendo ótimos resultados na economia e no combate aos malfeitos.
Os adversários do governo acreditaram na tese do sufocamento midiático para fazer cair o apoio popular à presidenta, mas creio que a "agenda de crise", que a oposição e a imprensa conservadora encenaram diariamente, sem trégua, foi justamente a oportunidade para Dilma apresentar-se ao povo brasileiro, e fazer a grande maioria crer que seu governo tem sua própria maneira de tratar das coisas políticas e aparar as arestas. Serviu para garantir a construção de uma identidade que os brasileiros apoiam.
A armadilha que montaram para a presidenta serviu para catapultar sua popularidade...
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