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Acorda Brasil e presta atenção no que as Olimpíadas estão nos mostrando

Viram só?

Michael Phelps, 21 Medalhas Olímpicas (até hoje, 04 de agosto de 2012)

Vamos discutir se para as olimpíadas de 2016 a visibilidade dos nossos estádios está dentro de um padrão aceito internacionalmente..?

... ou imaginar soluções mirabolantes (e caríssimas) para o trânsito?

... ou ainda,  questionar a pouca velocidade da internet e blá-blá-blá?

 

Vamos  SIM  e  exigir que nossos Ministérios possam investir em educação de  qualidade com muito foco em esportes, o que 'faria bonito' não só em manchetes, mas com certeza na descriminalização e ociosidade dos nossos jovens.

 

Ah e tem mais. 

 

Africanos se assustam com assédio, se complicam no inglês e fogem.

(Uol News, 02 de agosto de 2012)

Os nadadores africanos em geral últimos colocados não falam inglês e são de nações em que ele não é a língua oficial. Não aprenderam a ponto de conseguirem fazer uma entrevista. O que faz com que se sintam ainda mais amedrontados.

Wilfried Tevoedjre, 33 anos, do Benin, país de língua francesa, levou um susto ao ver que cerca de cinco jornalistas lhe esperavam para tentar uma entrevista.

"Français, français", repetiu o nadador ao tentar ser questionado em inglês. Fez um sinal de negativo em relação a entender os questionamentos e deu a entender que voltaria depois. Foi embora a passos largos e não retornou.

Christian Nassif, da República Centro Africana, também um dos últimos dos 50 m, olhou com medo, sorriu e se mandou rapidamente.

O último colocado da bateria dos 100 m livre, Beni Bertrand Binobagira, apontou com o dedo indicador para si questionando se era ele mesmo que estava sendo chamado para uma entrevista. Em uma mistura das duas línguas, disse, em francês, que não sabia falar inglês.

Mohamed Elkheder, do Sudão, que disputou os 50 m, foi um dos poucos a tentar se aventurar em dar uma entrevista sem saber falar inglês. Mas só divertiu os repórteres ao sorrir e tentar um esboço de resposta usando gestos e os braços. Foi perguntado de qual região do Sudão era e o que tinha achado de sua performance. 'French [francês]', foi a única palavra dita em meio aos questionamentos.

Até que Ganzi Mugula, de Uganda, (foto acima) demonstrou um inglês afinado e foi o único a conseguiu dar entrevistas, afinal seu país fala inglês. Ele não chega a ser um grande aventureiro, já que nada desde 99. Também trabalha como técnico de computação em um banco na cidade de Namirembe.

 

 

 

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