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Havelange, Teixeira e Blatter, conluio em prol da desonestidade no futebol mundial, dupla de dirigentes brasileiros geralmente é retratada como benfeitores do esporte nacional pela grande imprensa...
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Blatter complementou dizendo que o pagamento de propina não se configurava como crime na Suíça no momento em que os fatos ocorreram, logo não poderia acusar ninguém ou ser acusado de participar de um ato criminoso.
Mas com certeza Blatter, em conluio com Havelange e Blatter, participou de um ato amoral e aético, que independente da legislação nacional de qualquer país do planeta, vai frontalmente contra os apelos da sociedade por honestidade e justiça, principalmente vindo de pessoas que representam entidades, mesmo sendo privadas, pelo exemplo que transmitem pelos seus atos.
Da vergonha à transformação
Brasil tem ótima oportunidade de mudar o seu futebol para os próximos anos
A decisão da Justiça suíça de liberar os documentos que comprovam o recebimento de suborno no caso ISL pelo ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o ex-presidente da Fifa, João Havelange, veio apenas confirmar uma informação que este LANCE! entre outros veículos do mundo já sabia, mas não podia publicar por conta das restrições judiciais.
A divulgação dos nomes e dos mecanismos que levaram ao desvio de R$ 45,5 milhões para contas dos cartolas brasileiros não pode esgotar o assunto. Ao contrário, deve ser apenas o ponto de partida. A Justiça suíça cumpriu sua parte. Agora, à Justiça do Brasil, ao Ministério Público e à Polícia Federal cabe rastrear o caminho desse dinheiro, investigar evidências de enriquecimento ilícito, de prejuízos fiscais causados ao país pela movimentação ilegal do dinheiro. E punir severamente os culpados, onde quer que eles estejam...


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