[...]Mais de 30 anos de experimentação sobre a origem da vida nos campos da evolução química e molecular levaram a uma melhor percepção da imensidão do problema da origem da vida na Terra, em vez de para a sua solução. Atualmente todas as discussões sobre as teorias principais e experiências no final do campo quer no impasse ou numa confissão de ignorância.[...]
Essa é uma afirmação de Klaus Dose, cientista alemão, e está na página 172 do livro "A caixa preta de Darwin" de Michael Behe.
Em seu livro The End of Science, a ciência evolutiva escritor John Horgan diz sobre a origem da vida: "Este é de longe o mais fraco strut do chassi da biologia moderna." 252
A seguinte declaração a Jeffrey Bada geoquímico, a partir do Diego com base em San Scripps Institute, faz com que o desamparo dos evolucionistas clara:
Hoje, ao sair do século XX, ainda enfrentamos o maior problema não solucionado que tínhamos quando entramos no século XX: Como a vida se originou na Terra 253
Outro defensor da teoria da evolução, George Stravropoulos, afirma a impossibilidade termodinâmica da formação espontânea da vida ea impossibilidade de explicar a existência de mecanismos vivos complexos por leis naturais na revista evolucionista well-known American Scientist:
No entanto, sob condições normais, nenhuma molécula orgânica complexa pode jamais se formam espontaneamente, mas sim se desintegrar, de acordo com a segunda lei. Na verdade, quanto mais complexo ele é, mais instável ele será, e mais garantido, mais cedo ou mais tarde, a sua desintegração. Fotossíntese e todos os processos de vida, e até mesmo a própria vida, ainda não podem ser entendidas em termos de termodinâmica ou de qualquer outra ciência exata, apesar do uso da linguagem confusa ou deliberadamente confusos. 367
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7...
Prezados, esse é meu último post/participação nesse portal.
Se alguém coloca um tema avesso às crenças de um grupo qualquer desse portal/blog, esse alguém, é humilhado e chamado de ignorante – e, só, por que não tem a mesma crença/ideologia desse grupo qualquer . Posto que as argumentações em contrário, não raro, são inconsistentes. Eu disse que a teoria da evolução de Darwin/neodarwinismo não explica como a vida surgiu no planeta. Se muito, a teoria da evolução/neodarwinismo, explica a organização das espécies, vivas – e quanto a isso eu não tenho nenhuma objeção ao Darwin. No entanto, a evolução/neodarwinismo se arvora a explicar a origem das espécies. Em minha opinião, essa estória de “acaso e necessidade” é tão crível quanto acreditar que o socialismo é bom e o capitalismo é ruim.
Se o neodarwinismo/Dawkins/neoateísmo se coloca a discutir religião, isso sem embasamento nenhum, eu também posso discutir ciência. Em comum, grosso modo, neodarwinismo e religião são teorias sobre a organização e origem da vida e, ambas, são sustentadas pela fé. Isto é, são duas crenças/religiões com seus seguidores e críticos.
Na página 252 de A caixa preta de Darwin, Michael Behe diz que Daniel Dennet, um dos quatro cavaleiros do ateísmo, junto com Dawkins, Sam Harris e Hitchens, compara crentes religiosos a animais selvagens que precisam ser enjaulados e, diz, Daniel Dennet, que [crentes] devem ser impedidos de informar mal seus filhos sobre a verdade da evolução. Isso cheira a Orwell!
Pelo visto acho que eu vou continuar a ser um “animal selvagem”...
Abs.
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Permalink Responder até Anarquista Lúcida em 3 janeiro 2012 at 20:59
Ele resolveu sair porque, a cada tópico que ele abre disseminando criacionismo, eu posto vídeos educativos com evidências da Evoluçao. Ele quer angariar adeptos, nao que as pessoas tenham chance de aprender...
Permalink Responder até Anarquista Lúcida em 3 janeiro 2012 at 21:30
Falando nisso, deixa em colocar aqui um presentinho para ele, a lista dos vídeos que formam o primeiro episódio de uma série ótima sobre a Evoluçao, com evidências a granel sobre as mudanças evolutivas (e relativas à macro-evoluçao, nao a pequenas mudanças numa espécie):
Permalink Responder até Anarquista Lúcida em 3 janeiro 2012 at 21:52
Infelizmente os vídeos nao se seguem automaticamente, é preciso clicar no vídeo seguinte, que em geral é o mais à esquerda, ao alto, do quadro de vários vídeos que se abre quando um vídeo termina.
Orlando, a respeito de tudo o que você postou e, mais ainda, essa sua postagem infeliz e infantil de "se não querem acreditar em mim eu vou embora", vou elencar alguns tópicos que postei meses atrás sobre o tema que você insiste em não entender e quer nos forçar a entender do seu jeito. Depois não vá dizer que houve má vontade de minha parte em não te dar ouvidos. Os tópicos tratam das mentiras levantadas sobre a TE:
1 – O homem veio do macaco: é a mentira mais comum e a mais imposta. É colocada como dúvida por alguns, como um erro de interpretação por outros, mas possui um componente de má-fé ao redor. Diversas pessoas que já conversaram comigo sobre a Teoria da Evolução perguntaram se eu acreditava que o homem tinha vindo do macaco. Os teóricos da Evolução nunca afirmaram isso.
Mas essa postura, disposta assim, revela um asco atávico: não gostamos de ser comparados aos animais.
Todas as nossas manifestações onde o caráter instintivo está presente tentam nos afastar desse parentesco. O que se diz é que não comemos como os animais, não fazemos sexo como os animais, não nos comportamos na sociedade como os animais, mas, enfim, a delimitação entre eles, os animais, e nós, seres humanos é comum e trivial. É muito mais próxima do que parece. Contudo, o curioso é que se percebe que há até uma postura afirmativa por pessoas com certo conhecimento acadêmico nesse sentido.
O fato é que somos, sim, animais, mamíferos, primatas, com parentescos fisiológicos e anatômicos aos macacos atuais. As linhagens evolutivas que resultaram no humano, no chimpanzé, no gorila, no orangotango, no macaco-prego, no mico-leão e todos os símios e aparentados são as mesmas. Não há como fugir disso. Não descendemos dos macacos, estamos é no mesmo clímax evolutivo deles.
2 – Evolução significa melhorias: outro erro recorrente, mas que é repercutido muito mais por confusões do que por má-fé.
Em função de nossa concepção utilitarista do mundo e dos fenômenos que nos rodeiam, essa idéia de evolução como sinônimo de melhor, mais forte e mais rápido é um erro enorme. Aliás, reconheço que o termo gera distorções. O mais adequado seria modificações por herança genética de uma população para outra. E é isso o que é. Ao longo do tempo, em função das mutações que ocorrem no genoma, no código genético de cada organismo vivo, estes mesmos organismos vão se modificando. A pressão do meio, conhecida como seleção natural, faz com que os organismos mais adaptados sobrevivam, deixando uma prole viável. Não existem os bons ou ruins, mas aqueles que, no momento adequado, se expõem.
A evolução não segue um rumo, um caminho definido, ela é uma força que age de forma a tornar a espécie mais bem adaptada ao ambiente, o que não necessariamente significa torná-la mais sofisticada ou complexa.
3 – Não existem provas da Evolução – é outro erro de interpretação. Normalmente os criacionistas, e as pessoas que não compreendem os mecanismos evolutivos, imaginam que deva haver uma sequência lógica, uma cadeia linear. É comum ver-se aquela famosa figura de hominídeos desde o mais ancestral ao mais “evoluído”, um humano em pé. É daí que vem a expressão elo-perdido, que seriam os elementos entre um e outro.
O termo elo-perdido é incorreto. O termo correto é organismos transicionais. Do ponto de vista evolutivo, se formos levar isso em consideração, todos seríamos elos-perdidos. Se fosse possível definir isso como uma fórmula matemática, podemos perguntar quanto números há entre 1 e 2. A resposta é: infinitos. A prova de evolução é exatamente a imensa variabilidade genética que observamos. Um olhar atento num determinado ambiente para qualquer organismo, seja uma samambaia, uma rosa, um cão, um passarinho, ou mesmo olharmos para nós, humanos, podemos observar que somos todos diferentes e cada grupo relacionado a muita igualdade. Na medida em que estas diferenças se acentuem no tempo e no espaço, podemos ter o aparecimento de uma nova espécie, que é definição máxima de Evolução.
A paleontologia está repleta de fósseis transicionais, por mais que os criacionistas e iniciantes digam que não. Só entre os hominídeos há 20 grupos diferentes, cada um com centenas de membros. Mas não só de fósseis vive a evolução. O genoma, o DNA como um todo, comprova o parentesco das espécies. Quanto mais se descobre sobre o genoma, mais se comprova a evolução. Por exemplo, é sabido que os humanos compartilham cerca de 90% dos genes com os dos chimpanzés. Como dizer que não somos parentes? Como dizer que isso não é uma evidência da evolução?
4 – A complexidade irredutível invalida a Evolução – essa é famosa é o carro chefe do pessoal do design inteligente.
Admitindo que a Evolução seja algo que ocorre passo a passo, no tempo e no espaço, isso não explicaria o surgimento de estruturas complexas, como o olho humano, o sistema de coagulação do sangue e as asas do morcego, para ficarmos em itens usados como exemplos pelos criacionistas.
O argumento mais usado para invalidar o processo de Evolução é o da ratoeira e o do relógio, afirmando que a retirada de uma de suas peças invalida o funcionamento do aparelho. Isso provaria, segundo os defensores do design inteligente, que há a necessidade de um relojoeiro ou de um artífice inteligente para “fabricar” estas peças e mantê-las funcionando adequadamente. Esta forma de pensar é a constatação cabal do pensamento utilitarista difundido pelo senso comum e captado pelos criacionistas.
O pescoço da girafa não é comprido porque foi feito para pegar as folhas mais altas. As cores das penas dos pássaros não existem para favorecer o acasalamento. O rabo de alguns micos não é preênsil para que eles se equilibrem nos galhos das arvores. A casca da banana não é assim para proteger o seu miolo. O nosso polegar não existe em oposição aos demais para que possamos pegar coisas. As funções destas determinadas situações ocorrem porque exatamente elas existem e não porque há uma razão ou uma determinação da natureza para que sejam assim.
A pergunta que se faz nesse caso é: o pescoço da garça é comprido para que ela possa pegar peixes na lagoa, ou ela pega peixes na lagoa porque seu pescoço é comprido?
5 – A 2ª. Lei da Termodinâmica invalida a Evolução – essa é a maior farsa de argumento dos criacionistas.
Alguns teóricos criacionistas, usando de má-fé, uma boa salada de palavras e um público neófito foram capazes de remontar o postulado da Lei. Resultado: causaram confusão na platéia e não explicaram devidamente o que isso significa.
O termo Entropia foi uma das palavras mais desgastadas pelos criacionistas nos últimos tempos. Normalmente quem as usa é bem falante. Ou melhor, enrola bem as palavras, de maneira a confundir. Mas à luz de um estudo ginasiano de Ciências, suas falações são facilmente refutáveis. Entropia, em bom português, não é grau de complexidade de um sistema, tampouco atesta seu grau de desordem. Essa definição não é arremedo evolutivo, está em qualquer livro secundarista.
A afirmação dos criacionistas dá conta que o Universo tenderia da ordem à desordem e do mais complexo ao mais simples. Em suma, toda a ladainha criacionista cabe neste aforismo. Mas o postulado definido pela Ciência é simples: “A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo.” Em outras palavras, a 2ª. Lei trata do calor em sistemas fechados.
Uma forma simples de definir Entropia é a quantidade de energia que não pode mais ser transformada em trabalho. O Sol é um sistema em constante aumento de entropia, uma vez que suas reações nucleares convertem hidrogênio em helio. Em determinado instante não haverá mais hidrogênio para esta conversão. Usando a concepção de Entropia, pode-se afirmar que o Sol passa de um estado inicial, onde potencialmente realiza trabalho, para um final, onde não poderá mais realizar as suas reações nucleares. Há um aumento de Entropia.
Porém, apesar disso, os átomos que foram sendo produzidos (Helio, carbono e metais diversos) são muito mais complexos em relação ao hidrogênio inicial, o que nos leva a considerar que o aumento de Entropia não significa diminuição da complexidade da matéria, argumento tendencioso criacionista por erro de interpretação da 2ª. Lei da Termodinâmica.
A Termodinâmica não apresenta qualquer relação direta com evolução. Ela é o estudo de trocas de energia e variações de pressão em um meio. Não existe relação entre termodinâmica e evolução (embora processos biológicos estejam relacionados à termodinâmica). Quem afirma isso, obviamente, não sabe o que é termodinâmica. A TE se baseia em alguns pontos básicos:
- as espécies sofrem mutação. Mutação produz variedade.
- as mutações podem ser neutras, negativas ou positivas em relação ao meio.
- Mutações podem ser passadas para as próximas gerações, quando atingem células como ovócitos ou espermatozóides, por exemplo.
- A seleção natural favores mutações que ajudam a sobrevivência do indivíduo, e desfavorece mutações que o prejudicam. Contudo, isso não pode ser confundido com melhorias.
- Mutações acumuladas ao longo do tempo acentuam as diferenças, modificando as espécies continuamente.
Neste porém, ao se querer saber se a termodinâmica pode impedir a evolução de ocorrer, é necessário se fazer algumas perguntas:
- pode a termodinâmica de alguma forma, impedir que mutações ocorram?
- pode impedir que uma mutação seja eventualmente benéfica ao indivíduo?
- pode impedir que essas mutações sejam passadas para a geração seguinte
- pode impedir que mutações se acumulem ao longo das gerações?
- Pode impedir que a seleção natural atue sobre essas mudanças?
A resposta óbvia para qualquer uma dessas perguntas é um sonoro NÂO.
6 – A Teoria da Evolução implica em ateísmo – uma falácia arrogante e prepotente.
É óbvio que a idéia aqui é criar antagonismos desnecessários e inexistentes. Uma vez que a grande maioria dos crentes se mobiliza pelo medo, um medo imposto pelas diversas denominações religiosas para controle de comportamento, surgem dificuldades em um seguidor de um deus aceitar os postulados científicos. Principalmente quando se põem em dúvidas dogmas milenares.
A Ciência e especificamente as ciências biológicas não têm qualquer pretensão em derrubar deuses, crenças, queimar igrejas ou prender seus seguidores (embora não seja uma má idéia, rsrsrs!). O que se faz é expor às pessoas, ao homem comum, as explicações para os fenômenos através das formulações do método científico. As conclusões filosóficas ficam ao critério de cada um.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Segunda_Lei_da_Termodin%C3%A2mica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o
Mayr, Ernst. Biologia, Ciência Única: reflexões sobre a autonomia de uma disciplina científica. São Paulo. Companhia das Letras. 2005
Permalink Responder até Anarquista Lúcida em 3 janeiro 2012 at 20:57
Para começar, já foi te dito mil vezes que a Teoria Da Evoluçao NAO TRATA DA ORIGEM DA VIDA. Mas você faz de conta que nao leu, e repete, repete, repete os mesmos argumentos fajutos.
Este Portal é um lugar de construçao do conhecimento, nao de divulgaçao de teorias religiosas disfarçadas em científicas, como a teoria do "Intelligent Design". Se a única coisa que você quer fazer aqui no Portal é disseminá-las, JÁ VAI TARDE.
Permalink Responder até Rogério Maestri em 3 janeiro 2012 at 23:32
E além de tudo ele mesmo não tem convicção no que fala.
Permalink Responder até Antonio em 4 janeiro 2012 at 16:16
Anarquista
Na real, o neodarwinismo, nos moldes atuais, ou seja, Dawkins e companhia, não passa de uma ideologia politica e [ateu] religiosa.
[...]Imagino que Dawkins considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes. Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem os preceitos do seu ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso. Dawkins prega a intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma intolerância a que se opõe.[...]
http://www.bioeticaefecrista.med.br/textos/ateismo%20radical_marcel...
Enquanto isso Darwin lida com organização dos seres vivos...
Um abraço
Permalink Responder até Anarquista Lúcida em 4 janeiro 2012 at 17:02
Bom, a vantagem da Ciência é que ela nao tem donos absolutos, ninguém é obrigado a seguir Dawkins. Dawkins nao é sinônimo de "neodarwinismo nos moldes atuais", há muitos evolucionistas que nao gostam das teses dele. Sao vocês, criacionistas, que o escolhem como o darwinista mais importante, para combatë-lo, por causa da campanha ateísta dele. O que você nao entende é que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Há ateus darwinistas, há religiosos darwinistas, e há religiosos fundamentalistas contra o darwinismo (é raro haver ateus nao darwinistas, porque ateus nao têm motivos de ordem íntima para combater teorias científicas, e normalmente sao mais escolarizados que a maioria dos religiosos).
E vê se para de lero-lero, Orlando, você nao se cria aqui. Vá procurar outros lugares onde consiga disseminar seu bobajal.
Sem chances, acho que esse sujeito é um spam. Os coreanos conseguiram.
Permalink Responder até Gunter Zibell em 5 janeiro 2012 at 0:13
Eu conheço mais ou menos Darwin porque uma vez, na faculdade, um trabalho que tive que fazer foi o fichamento do livro "Viagem de um Naturalista ao redor do Mundo". (Mas basicamente o livro pega do litoral do Brasil até as Galápagos.) O "A Origem das Espécies" ainda não li, mas ele é a base pra quase todos os resumos que vemos em livros didáticos, não?
AnaLú, você poderia resumir pra mim quais seriam as diferenças fundamentais entre neodarwinismo e o tradicional?
Não vejo esse embate religião x darwinismo nas seguintes situações : a) recentemente (saiu no blog há coisa de meses) Bento XVI divulgou algo como que a ICAR aceita a teoria da evolução e também algo que já se fala há décadas, que os dias do Gênesis seriam mais propriamente épocas ou eras intuídas ou conhecidas na época em que a Bíblia foi compilada. Isso não conflitaria com o dogma da criação do universo por Deus; b) espiritualistas ou kardecistas aceitam muito facilmente explicações científicas quando disponíveis; c) há mais doutrinas cristãs que aceitam o evolucionismo que o criacionismo.
Mas alguém sabe como é a relação fora do universo cristão? De formação cristã e/ou influenciada pelo cristianismo temos apenas 30% das pessoas. Acho que fica uma lacuna grande não termos referências como islâmicos, budistas e hinduístas vêem a questão.
Permalink Responder até Anarquista Lúcida em 5 janeiro 2012 at 1:02
Gunter, o Alexandre pode te responder isso melhor que eu. O que vejo é que às vezes se usa o termo neodarwinismo para se referir à Sintese Moderna, que construiu digamos a versao "ortodoxa" do darwinismo (que o próprio Darwin nao tinha condiçoes de construir, na época dele nem se sabia nada de Genética!), no entanto a Síntese Moderna tb é o chamada de "darwinismo tradicional", e oposta aos neodarwinistas, que sao os que questionam alguns de seus postulados (nao todos...). O que importa nao é a terminologia usada.
Grosso modo, a Síntese Moderna quase que só considera como fator evolutivo a Seleçao Natural e as mutaçoes, que para ela seriam sempre ao acaso. Já outros teóricos consideram TAMBÉM outros fatores, como a deriva genética, os mecanismos epigenéticos, a própria atividade de construçao de nichos dos seres vivos, a transmissao genética horizontal (que nao vêm dos ascendentes, mas por meio de vírus e bactérias), etc., e estao mais voltados a entender como as mudanças do meio de algum modo interagem com os mecanismos epigenéticos, podendo causar até mudanças genéticas (a cada dia que passa se descobrem novos fenômenos que contrariam algumas idéias que se tinha antes; mas nenhum deles vai contra a idéia de evoluçao por variaçao e herança, apenas o quadro se torna mais complexo).
© 2013 Criado por Luis Nassif.