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Dulce Leão

Partir para agressão física, e alegar condição feminina para não apanhar?

Convenhamos.... algumas mulheres extrapolam, e se escondem posteriormente na "condição feminina"...PARTIR PARA A AGRESSÃO FÍSICA, E DEPOIS ALEGAR QUE É VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA não é postura de mulher. É postura de PITBULL, seja macho ou fêmes.

 

Sem histórico de violência em casa, percebí muito cedo (4 / 5 anos) que SER MENINA NA CASA DE MEU PAI era um negócio da China. Melhor ainda se fosse a ÚNICA, no meio de três IRMÃOS, QUE TINHAM NO MÍNIMO O DOBRO DE MINHA IDADE, E TAMANHO.

 

Cuidados com a menininha não faltavam. Mas brincar com os irmãos mais velhos era muito bom...então DESCOBRÍ que podia SENTAR O SARRAFO (bater) neles.  A única reação que tinham era de espalmar suas mãos em meu tórax, com seus bracinhos beeemmm maiores que o meu, em posição de defesa dos chutes e tapas por mim deferidos.

 

Não reagiam para não me machucar, por ordem de meus pais. E "ai daquele que ralasse a mão NA MENINA"... 

 

Um dia ...EXTRAPOLEI...dei um chute no irmão menor, tirando-lhe sangue da canela. Minha mãe fez o curativo e sentenciou: "De hoje em diante, SE ELA BATER...reajam!  Eu NÃO estou criando homem para bater em mulher...MAS TAMBÉM NÃO QUERO FILHO MEU APANHANDO, DE MULHER."

 

Depois da primeira "reação"... VIREI UMA "PEQUENA LADY", VERDADEIRAMENTE UMA DIPLOMATA ;)) com meus irmãos e com os "irmãos das outras"...vida a fora.  

 

Continuo sem saber o que é violência doméstica, embora solidária com mulheres que a conhecem...COM JOANA MACHADO, NÃO! Mas acho que isso pode terminar em uma "M" federal.

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REVISTA ÉPOCA: Joana Machado  noiva do artilheiro do time, Adriano –  Na madrugada da sexta-feira, Joana DESTRUIU o carro de quatro jogadores do clube num ATAQUE DE FÚRIA porque seu noivo estava com eles num baile funk na Favela da Chatuba. Por causa do episódio, e da discussão posterior sobre depressão e alcoolismo travada nas páginas dos jornais, Adriano poderá perder a vaga na Seleção.

 

O ATAQUE DE JOANA na semana passada foi o ápice de uma série de BARRACOS que ela protagonizou nos últimos tempos. Aos 29 anos,  Joana tem peito  para encarar homens e até SAIR NO TAPA com eles, coisa que JÁ FEZ em pelo menos três oportunidades. Um episódio de 21 de janeiro deste ano ilustra bem sua personalidade. Joana estava em seu carro na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, quando foi fechada por um ônibus. Ela, que se apresenta como personal trainer, abriu a janela e xingou o motorista. Não satisfeita, parou o carro no meio da rua impedindo a passagem, desceu e ficou mandando o motorista descer para SAIR NO TAPA “SE FOSSE HOMEM”. Como ele não obedeceu, Joana subiu no pneu do ônibus e começou a AGREDÍ-LO pela janela. Em seguida, QUEBROU O PARA-BRISA E O RETROVISPR DO ÔNIBUS, entrou no carro e saiu em disparada – diante dos olhares estupefatos dos cariocas, que imaginavam já ter visto de tudo em sua linda cidade.

 

Quando Joana começa uma briga, não para mais. No episódio da Favela da Chatuba, Zona Norte do Rio de Janeiro, ela ESTAPEOU Adriano, JOGOU PEDRAS E DEU CHUTES NOS CARROS DOS JOGADORES. Traficantes da favela TENTARAM CONTÊ-LA, mas ela não obedeceu. A DESTRUIÇÃO ´SÓ PAROU QUANDO FOI AMARRADA EM UMA ÁRVORE PELOS BANDIDOS. DE NOVO: ela só parou depois de amarrada a uma árvore por traficantes armados!

‘‘Nenhum homem sobrevive à passagem de Joana por sua vida’’
diz alguém próximo a ela

 

Joana é filha de uma família de CLASSE MÉDIA E MORA NO JARDIM BOTÂNICO com os pais. Criou-se na PRAIA DE IPANEMA e sempre andou em companhia de lutadores de JIU-JÍTSU, ...Aos 16 anos, envolveu-se em sua primeira confusão na praia... A briga provocou correria e só acabou com a chegada da polícia. Um ano depois, Joana teve sua primeira filha com o agressor. O relacionamento terminou pouco depois. A menina tem hoje 12 anos. Além dela, Joana tem um filho de 4 anos, de um empresário que faliu depois que a conheceu. “Nenhum homem sobrevive à passagem de Joana por sua vida”, conta uma pessoa próxima a ela. Na lista de relacionamentos de Joana estão homens ligados ao jogo do bicho, o presidente da escola de samba Viradouro (Marcos Lira) e um homem que foi preso acusado de tráfico de ecstasy.  

Fabio Motta
EM PAZ
Joana e Adriano, no Flamengo. Dias depois de trocar socos, o casal reaparece de mãos dadas. Ele treina, mas não joga.
 

Ultimamente, mudou de turma. Em vez dos lutadores, tem amigos gays e frequenta a praia num point de simpatizantes, em Ipanema. Mesmo nesse mundo cor-de-rosa, se envolveu em MAIS UMA BRIGA. Durante uma festa na Lê Boy, a boate gay mais famosa do Rio, Joana discutiu com o dono da Casa, Gilles Laskar. Gilles pediu aos seguranças que EXPULSASSEM Joana de lá, e ELA REAGIU  como sempre: NO BRAÇO. Partiu para cima dos fortões E LEVOU UM SOCO NO ROSTO.

 

Joana e Adriano se conheceram num churrasco na casa do empresário Rafael Alves, ex-namorado da atriz Carol Castro, em 2007. Viveram bem nos primeiros três meses de relacionamento, mas, de lá para cá, já se separaram cinco vezes. Segundo amigos, ambos são ciumentos e as brigas costumam SER VIOLENTAS. Numa delas, no aeroporto Tom Jobim, Adriano pegou a bolsa da namorada, retirou notas, tomou a câmera fotográfica e mandou-a de volta para casa em vez de embarcar com ela para a Europa. Adriano diz aos amigos que, apesar de tudo, ama Joana, a quem se refere como sua “mina de fé”. Na terça-feira, os dois apareceram de mãos dadas num treino do Flamengo. O casal reatou. A dona encrenca está de volta.


 obs. minha: e pensar que nossa copa pode estar "no sorriso" da Joana...chega a dar calafrio ;)

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Respostas a este tópico

["funk-se" quem quiser, é imperativo dançar...]

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volatndo ao tema, eu creio que qualquer relacionamento que entra agressões, falta aí o RESPEITO,
uma vez um conselheiro tutelar me disse que muitas mulheres " copiam" o pior de homens ruins, ficam iguais a eles, não se respeitam nem a sí , creio que é o caso da garota do Adriano, agora o que é que esse tipo de mulher tem pra tanto homem correr atrás? pois o currículo da citada é grande , vejamos à qualidade né.
agora como frisou Dulce, como fica nossa seleção.

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Stella Maris amiga,

"muitas mulheres " copiam" o pior de homens ruins". Copiar é o problema. Tenho um amigo que diz: " A mulher quando é "boa"...é boa, quando é "má"...é perfeita", pode? Como vimos, tem DOIDO para todos os gostos.

Beijos,

Dulce.

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Disse tudo Dulce, " copiar" vira caricatura, arremedo, a gente tem o nosso próprio jeitin de fazer hehehe. Agora o seu amigo, suponho deve ter querido dizer outra coisa, ACHO! Eu já ouvi outra versão desta frase mais ou menos assim" quando eu sou boa, sou boa, quando sou ruim, sou melhor ainda". Pergunta a Marise como é isto kikiki, isto é " não fritar bolinhos" hehehe. Ou numa outra versão : " meninas boazinhas demais são, vão para o céu, as outras vão aonde quererm" hehehe. Porque também, vamos combinar: " meninas" boazinhas em excesso, são, no mínimo, enjoativas e quando resolvem rodar a baiana, eu tenho um medooooooooooooooooo! Vira caricatura também. As que conheço assim são, via de regra ( lembrei de Zezita hehehe) lobo em pele de cordeiro: naturalmente artificiais. E na primeira dificuldade no trabalho, p ex, choram e fazem beicinho, secam uma lagriminha no cantinho do olho com lencinho de renda agripir kikikikki. A gente tinha uma assim na nossa equipe, era dose pra leão! Besos e boa semana que esta vai ser caprichada. Em tempo, vc é sim muitooooooo engraçada, tem senso de humor e é muito espirituosa. E de boazinha, não tem nada hehehe. A última sua que entrou pro meu caderninho foi uma que li no post dos bregas, quando Helô postou Dalton. Esperta vc Dulce, ouviu " cuida bemmmmmmmmmmmdemimmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, corre léguas heheheh. bjs

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Dulce, quando agressores e vítimas se atraem de maneira doentia num abraço mórbido entre sadismo e masoquismo, fica difícil colocar o racional em campo, e geralmente esse tipo de relacionamento não termina bem. Nem acho tão relevante o destaque quanto à gênero, pois embora seja um tipo de comportamento mais encontrado nos homens, quando se dá em mulheres, acaba sendo tão perigoso quanto em homens. Já fui assediado por mulher violenta, e ela era tão imprevisível e perigosa quanto um homem violento. Foi difícil achar a família e colocar um ponto final no assédio doentio que ela chamava de "amor". Acredite ou não, foi uma das épocas onde senti mais medo. Chantagem emocional , violencia e traumas de personalidade formam uma mistura explosiva, e seu tratamento, são um dos maiores desafios aos psiquiatras e psicólogos.
Brrr... Arrepiei!

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é verdade Sergio,

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:) Sérgio querido...tipo...assim..."ATRAÇÃO FATAL" ? hahahah

Mas falando sério, tenho horror a relações que viram "dramas psicológicos". Isso é bom em filme...na vida real estou fora! É danoso para todos os envolvidos.

Beijos,

Dulce.

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Pois é Dulce, mas esse tipo de louco (homem ou mulher) existe, e se achega com uma certa rapidez na sua vida. Já aconteceu comigo, e ja vi acontecer com outros. Normalmente te ganham em uma semana apresentando comportamento normal e até fingem ser pessoas mais legais que a média, depois de umas duas semanas o jogo começa a virar. Aí é só pauleira, agressões, assédio constante, jogos emocionais, manipulações factuais, com amostras e cobranças de intimidades que voce não deu, e promessas que voce não fez. Um verdadeiro inferno! No meu caso consegui contatar a família da moça, da qual ela alegava manter distância e era mentira, e com uma mistura de jeito, conversa e até algumas ameaças veladas, a mulher sumiu para nunca mais voltar. Um horror passado em curto espaço de tempo.

PS: Acho até que esse assunto mereceria um tópico a parte, feito por alguem que entenda do assunto de maneira mais profissional.

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Meninas

Li o resultado de uma pesquisa sobre a violência entre casais adolecentes, para meu espanto (no momento que li) é que mais ou menos 60% das meninas agrediram fisicamente seus namorados e os meninos bem menos (não sei quanto era mas em torno dos 40%), por outro lado quanto a agressão verbal a estatística invertia. Em resumo, as meninas partiam para as vias de fato e os rapazes eram barraqueiros.

Eu treinei Muay-Thay com a minha filha, segundo o nosso instrutor não podíamos nem nos defender de determinados tipos de golpes (bater, nem pensar), em resumo aprendi a apanhar de uma menina, a minha filha, e quando eu abria a guarda era soco no nariz (com todo o amor, é claro, mas que doia, doia).

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