Portal Luis Nassif

Fonte: ABC
Via:
Paulopes Weblog
Com contribuição de @fabianelima
Editor: Catupiry          

O líder ateísta Edwin Kagin (foto) está percorrendo os Estados Unidos vestido de sacerdote realizando  cerimônias nas quais usa um secador para, simbolicamente, enxugar os cabelos das pessoas que se tornaram ateias a água do batismo. Ao final, os descrentes obtêm um diploma de “desbatismo”.          

Ao programa Nightline da ABC, o advogado Kagin afirmou estar fazendo uma “anticruzada”, numa referência às cruzadas católicas de conversão da Idade Média.          

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Respostas a este tópico

A próxima agora será queimar as igrejas. Alguém tem um isqueiro aí?

KKKK. Essa valeu. Mas é preciso deixar claro que serao igrejas, templos, mesquitas, sinagogas. Só poupemos os centros de candomblé, que eles sao politeístas, nao têm verdades absolutas nem noçao de inferno e pecado, nao amolam ninguém.

Ateísmo Militante: Criminoso e Violento

Em Espanha, as associações e movimentos revolucionários do ateísmo e anticristianismo por um mundo melhor, já estão a levar a sua teoria à prática:  http://neoateismoportugues.blogspot.com/2011/04/ateismo-militante-c...

Curioso, hein, seo Orlando. Durante mais de 5 séculos pessoas foram queimadas em praça pública por ousarem ser diferentes do que postulava a "democrática" igreja católica. E a cada momento que se expõe o assunto os cristãos dizem que se tem que entender o contexto.
E agora?
Fiz uma troça em relação a queimar igrejas. Mas, porque será que a gente esquece a alteridade quando nos é conveniente, né, mermo?

Alexandre

Você concorda, então, em repetir o mesmo erro da igreja católica? 

Ademais, morreram mais pessoas [milhões torturadas, queimadas, fuziladas etc], em função da ideologia marxista, maomista ou franquista - em cerca de 50 anos de história,  do que todas as mortes em função dos vários séculos de inquisição católica. E não estou, em hipótese alguma, eximindo a igreja católica de culpa.

Ou será que deveríamos saudar o culto [histérico] à imagem do ditador norte coreano?  Não acho que o caminho seja a "democracia"  católica ou marxista ou maomista ou castrista.

Os neo ateus escrevem livros [li o do R. Dawkins e o do Sam Harris] e sustentam, mas não embasam, suas "teses" com argumentos primários e ingênuos: se não houvesse religião o mundo seria melhor, pois, todos os males da humanidade são por causa da fé religiosa. Sam Harris e Dawkins, em seus livros falam inverdades históricas e objetivam mais confundir do que ilustrar suas "teses". Dawkins deveria explicar as lacunas fósseis ou por que o darwinismo chegou a um beco sem saída e está cedendo espaço a teorias mais mais consistentes vindas da bioquímica e da física quântica ou mesmo a genética.

[...]Todas as reacções químicas (bem as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima” para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram apenas uma das tais estruturas?

O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu:

Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas.
(Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)[...]
[...]As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a selecção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos excepto — excepto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente — excepto quando a selecção prefere homens que são protectores fiéis.

Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-lo empiricamente — muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas.
(Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)[...]

[...]

Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz

De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária.

A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

(citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)[...]

[...]

Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse:

O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa.
(Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976)

Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara:

A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.

A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.

Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão correctos. A evolução é uma religião.

Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.

(Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000)[...]


http://darwinismo.wordpress.com/tag/darwinismo/

Lá vem essa patacotada de novo, de misturar anti-comunismo com questoes de religiao etc. Realmente, é sabido: os comunistas COMIAM CRIANCINHAS! Nao conta para ninguém nao, tá? (Eles comiam no sentido literal do verbo comer; os religiosos comem no sentido estendido...)

Você quer dizer que os vermelhos comiam criancinhas por via oral e não por via reto-vaginal, tal e qual os padres, é isso?

Bingo! (rs, rs)

Marco, sem a traduçao, ou pelo menos a letra, fica uma incógnita o que você está dizendo com essa música... Abs

"Dawkins deveria explicar as lacunas fósseis ou por que o darwinismo chegou a um beco sem saída e está cedendo espaço a teorias mais mais consistentes vindas da bioquímica e da física quântica ou mesmo a genética."

Olha, Orlando, com todo o respeito, mas sugiro que você, antes de vir novamente discutir evolução biolçógica, que estude um pouco mais. Já expus á exaustão esse assunto e não tenho mais paciência para isso. Você não vem expor uma idéia por desconehcimento puro e simples, mas com concepções altamente equivocadas, errôneas, que revelam, além do desconhecimento natural de um iniciado, uma tentativa de trasnformação do conceito. Não, não vou mais discutir isso com estes termos. Leia um livro básico de Biologia antes, entenda os mecanismos, compreenda os aspectos históricos relevantes e aí, sim, a gente pode bater um papo.

Alexandre

Leia Amit Goswami ou Michael Behe, dentre outros. Em seu livro, O Relojoeiro Cego, acabei de ler, Dawkins tenta contestar Behe, no entanto, sua argumentação é fraca. Prezado, fora o obvio, a teoria de Darwin vem sendo levada a campos que nem Darwin imaginou ou gostaria: psicologia Darwiniana  e coisas afins. Richard Dawkins cai no ridículo, em alguns de seus livros de falar em "verdade".

Leia Amit Goswami em seu "Universo Autoconsciente".  

[...] 

O dogma tem que ser abandonado. Jerry Fodor, um filósofo na “Rutgers University”, está perturbado com darwinistas dogmáticos que vêem a selecção natural como “pau para toda a obra” no que toca às mudanças evolutivas. Mas ele não é um criacionista: ele é um ateu convicto.

Ele debateu o seu livro What Darwin Got Wrong, co-escrito com Massimo Piattelli-Palmarini (professor ateu de Ciências Cognitivas na Universidade do Arizona) no site Salon.com. Thomas Rogers, que entrevistou Fodor, ficou surpreso com a existência de um ataque a Darwin que não parti....

Ele diz:

O livro de ambos mostra detalhadamente (em linguagem técnica) como as recentes descobertas na Genética questionam muitas das nossas “verdades” em torno da selecção natural, e como estas descobertas tem o potencial para fragilizar muito do que nós sabemos acerca da teoria da evolução e da Biologia.

Por questionarem Darwin, Fodor e Piattelli-Palmarini receberam comentários obscenos nos blogs ateus e evolucionistas. Como é normal, os evolucionistas respondem a ataques à teoria da evolução com o seu tradicional fervor religioso fundamentalista.

O problema de Fodor com a selecção natural é a sua propensão para contar histórias. Porque é que as pessoas possuem características como cabelo nas suas cabeças, e porque é que possuem cabelo escuro com olhos escuros?

Tu podes inventar uma história para explicar como era bom ter essas propriedades no ambiente de selecção original. (…) Será que temos alguma razão para pensar que essa história corresponde a verdade? Não.

Por outras palavras, a invocação à selecção natural permite aos evolucionistas inventarem qualquer tipo de histórias. Basta-lhes dizer que ter esta ou aquela característica era evolutivamente seleccionável, e pronto. Se é verdade ou não, isso é evolutivamente irrelevante. O que importa é que seja plausível.

Fodor afirma que não há forma de se saber quais eras as características que eram seleccionáveis por contribuírem para a aptidão, e quais as características que apareceram ao longo do caminho.

Dentro da visão darwinista não há nada que responda a questão:

“Porque é que temos unhas nos pés?”

Será que há um propósito evolutivo? Como é que podemos saber? Até pode ser que no ambiente em que as unhas nos pés apareceram houvessem factores que favoreceram o seu aparecimento. Mas também pode ser que não.

(…)

Agora, a questão é: quanto da variação evolutiva é determinada por factores ambientais e quanta dessa mesma variação é controlada pela organização do organismo? A resposta é: ninguém sabe.

Fodor chega mesmo a afirmar que escolher uma característica pode ser irrelevante e sem sentido. A girafa tem um longo pescoço. Será que a natureza seleccionou característica, ou será que faz parte do “pacote de características” da girafa?

Os animais podem ter pescoços longos e unhas nos pés, mas se tu tentas particionar essa criatura em características, e dizes “Muito bem, O que é que seleccionou esta característica?“, cometes um erro logo à partida. (…) A desintegração dum organismo em características é em si uma actividade artificial.[...]

Um abraço

Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas.
(Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)[...]



Um abraço

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