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Maria Dirce

Boicote total a Folha de São Paulo pela infâmia ao presidente

Quem deu vóz ao cesar foi a Folha de São Paulo, que reportou a injuria e difamação.Os leitores e brasilerios querem jornais imparciais, sem julgamentos fascistas e torpes.A matéria não encontra se mais nos portais devido a indignação dos brasileiros sejam opositores ao Lula ou não, a vileza foi maior que a democracia que Lula com a sua dignidade democrática deixa rolar nas manchetes escandalosas e aviltantes.mas agora desceu a ribanceira com odor fétido lixo sem reciclagem.Que seja feita uma eleição ano que vem mas com decência, e postura de um País que ja esta nas manchetes internacionais admirado pelo presidente colocar a casa em ordem em um país de dimensão continental!

"Transformar o outro em coisa inferior, para se colocar numa essência superior, é negar simultaneamente a sua liberdade e a própria. Enquanto o olhar de alguém objetiva o outro em coisa essencialmente inferior, o outro, por sua vez, olha e constitui esse alguém num carrasco e ele terá vergonha desse seu olhar. " Náuseas- Sartre

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Respostas a este tópico


pra todos conhecerem o Cesar Benjamin

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Vi no Viomundo, um comentário engraçado ao artigo de Paulo de Tarso. Era de um tal Elmano Barbosa, (parece o pseudônimo usado por "du Bocage"), dizendo que o tal Cesar Benjamim era frustrado, por não ter sentido na nuca a hirsuta barba do Lula. Achei graça, mas não dei muita relevância. Nunca tinha visto a cara e a expressão do elemento! Agora que vi, estou dando toda razão para o tal de Elmano.

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Gente, acho importante a gente nao cair no clima de baixaria em resposta à outra...

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Cesar Benjamin e Serra

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Mesmo assim, não pretendo assistir a “O Filho do Brasil”, que exala o mau cheiro das mistificações. Li nos jornais que o filme mostra cenas dos 30 dias em que Lula esteve detido e lembrei das passagens que registrei neste texto, que está além da política. Não pretende acusar, rotular ou julgar, mas refletir sobre a complexidade da condição humana, justamente o que um filme assim, a serviço do culto à personalidade, tenta esconder.

CÉSAR BENJAMIN, 55, militou no movimento estudantil secundarista em 1968 e passou para a clandestinidade depois da decretação do Ato Institucional nº 5, em 13 de dezembro desse ano, juntando-se à resistência armada ao regime militar. Foi preso em meados de 1971, com 17 anos, e expulso do país no final de 1976. Retornou em 1978. Ajudou a fundar o PT, do qual se desfiliou em 1995. Em 2006 foi candidato a vice-presidente na chapa liderada pela senadora Heloísa Helena, do PSOL, do qual também se desfiliou. Trabalhou na Fundação Getulio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha.

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Sinceramente, não tenho a menor curiosidade em ver o filme. O último nacional que vi foi em Delft, na Holanda, o "Linha de Passe", bom por sinal. Éramos sete pessoas na sala., só eu brasileiro. Valeu porque minha namorada gostou, o filme tem um final "em aberto", provoca reflexões. E nele atua o meu antigo amigo de botecos, Aldo Bueno, um ator negro que tem importância no movimento teatral paulista, e que dias depois de retornar da Europa encontrei por mero acaso no velho bar "Estadão".
Quanto ao Cesinha, ele confessa as suas intençoes políticas-eleitorais na sua pretensa "justificativa". Piorou prá ele. Todos sabemos a serviço de quem está o ex-revolucionário. Como dizia Marx, o que politiza o homem é o estômago...

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Viomundo – Frei Chico, você leu o artigo publicado hoje na Folha, afirmando que o Lula, quando esteve preso em 1980, teria tentado estuprar um colega de cela?

Frei Chico – É um absurdo. Um nojo. Uma baixaria. A cela do DOPS era coletiva! O Lula nunca ficou sozinho. Ele ficou preso com os demais diretores do Sindicato dos Metalúrgicos dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo – Rubão, Zé Cicote, Manoel Anísio, Djalma Bom. Havia um banheiro só para todos os presos – e não tinha porta! O Tuma [senador Romeu Tuma, na época era diretor do DOPS] está vivo. Pergunte a ele!

Viomundo – Que explicação você dá para tamanha baixaria?

Frei Chico – Eles [a oposição] estão desesperados. Não estão medindo as conseqüências. Perderam a compostura. Perderam a decência humana. Parte da imprensa partiu para a baixaria total. Você viu o que a mídia fez com o Chávez, na Venezuela? Ela foi toda para cima dele. Aqui, vão tentar aquilo ou pior.

Viomundo – Tem a ver com a eleição de 2010?

Frei Chico – Só tem. Parte da elite brasileira não se modernizou e não aceita que o Lula faça o seu substituto. Vai para o vale tudo.

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Maria Dirce,

Não misturemos as coisas e nem leve tudo pro lado partidário e politico eleitoral. Porque assim você vai terminar se igualando a eles.

Nós brasileiros não temos muito senso crítico, mas esse tipo de veiculação é realmente infame. Não devemos realmente concordar que um presidente da república do Brasil seja destratado por picuinhas.

Eleições são apenas uma forma inteligente de alternância no poder, quando o poder sobe a cabeça e serve para locupletar sucia, devemos como cidadãos atuar como determinadores do fim deste império do mau.

O presidente é muito brincalhão e pode até ter aventado esta hipótese numa circunstância de relax, mas daí a isto ser verdade não é crível para quem usa a razão.

Falou Maria Dirce, estamos de acordo e devemos bater o martelo no respeito as instituições e seus representantes legitimamente eleitos.

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Nassif: Delegado que vigiou Lula nega episódio
do blog do Nassif:

27/11/2009 - 19:19
O delegado Panichi nega o episódio

Conversei agora com o delegado Armando Panichi Filho, um dois dois escalados para vigiar Lula na prisão. O delegado acompanhou Lula ao enterro da mãe.

Diz ele nunca ter ouvido falar de nada semelhante ao episódio reletado por César Benjamin. E sustenta ser impossível. Na cela de Lula tinha duas ou três pessoas juntos. No corredor, as celas eram juntas.

Qualquer episódio seria percebido ou pelos carcereiros – que davam plantão 24 horas por dia – ou pelos presos das demais celas.

“Nunca ouvi falar disso e não acredito que tenha acontecido e muito menos que houvesse possibilidade de acontecer”, diz o delegado.

Lembra ele que muitos jornalistas frequentavam o DOPS na época. Se tivesse ocorrido qualquer episódio, eles saberiam. Ou mesmo o delegado Romeu Tuma teria comentado com ele.

O delegado considerou o episódio muito estranho e queria entender qual o motivo da denúncia.

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Paulo de Tarso
São Paulo, 27 de novembro de 2009.

Aos profissionais da imprensa.

A respeito do artigo publicado na Folha de São Paulo, nesta quinta-feira, dia 27 de novembro, sob o título “Os filhos do Brasil” (pg. A8), de autoria do cientista político César Benjamin, onde sou citado nominalmente como participante de um almoço acontecido durante a campanha de 1994, com a presença do atual Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e outros interlocutores, gostaria de me manifestar publicamente para que não pairem dúvidas sobre a minha versão do acontecido:

1 - O almoço a que se refere o artigo de fato ocorreu. O publicitário americano mencionado se chamava Erick Ekwall e nos tinha sido recomendado pelo empresário Oded Grajew.

2 - Eu, Paulo de Tarso, então responsável pela campanha publicitária do atual Presidente, não me recordo da presença de César Benjamin nesse almoço - embora ele trabalhasse conosco na campanha.

3 - Confirmo a informalidade do almoço, mas absolutamente não confirmo qualquer menção sobre os temas tratados no artigo.

4 - Não compreendo qual a intenção do articulista em narrar os fatos como narrou (como disse, sequer me lembro de sua presença na mesa).

5 - Não concordo com o conceito do que foi escrito - um ataque particular à figura do Presidente da República que, na minha opinião como cidadão, independente de quem seja, deve receber o respeito da sociedade brasileira como representante maior das instituições democráticas.

Sem mais.
Atenciosamente,
Paulo de Tarso da Cunha Santos

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hehehehe....ótima!!!

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