O domínio do pensamento esquerdista no Brasil, impõe o avanço de uma nova linguagem e consente o acúmulo e assimilação de termos considerados politicamente correto. O negro é afro-descendente, as pessoas de baixo poder aquisitivo é o humilde, os que não chegam a acumular bens são os excluídos, e por aí a fora.
Esses eufemismos por si só não tem muita importância, ou não teria se não influenciassem as decisões pagas com o dinheiro dos pagadores de impostos. Mas o pior é que muitos aproveitadores e populistas se aproveitam dessas nuances para se apropriar do poder e nele se eternizar. Operam a máquina pública em função de sua permanência no poder, pra isto inventam cotas para negros, leis para o que denominam de "discriminação"....
Nos atenhamos as cotas. Uma medida de características pétreas, para cuja crítica o policiamento se aplica na sua intensidade máxima. Mas o que se enxerga é a bondade da autoridade de plantão oferecendo aos beneficiários - segundo a propaganda oficial - uma forma de corrigir distorções havidas no passado com relação ao negro. Só que não se enxerga a injustiça do que se esforçou mais e é punido para ceder a outrem o fruto de seu esforço.
Vejam, que isso auxilia o governo a não melhorar o nível da escola e a cada vez mais introduzir parâmetros restritivos a reprovação, bem como acrecer passivos financeiros as escolas como referências ao baixo aprendizado.
Existe duas ações que deveriam ser tomadas: Melhorar a escola pública nos três níveis, básico fundamental e médio e aumentar o número de boas universidades.
Falou...
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